FICHA TÉCNICA
Direção: Pépe Sedrez.
Texto: Gregory Haertel.
Atuação: Fábio Hostert, James Beck, Léo Kufner, Roberto Morauer, Sabrina Marthendal e Sabrina Moura.
Cenário: Cia Carona de Teatro.
Figurino: Fábio Hostert.
Iluminação: Pépe Sedrez.
Trilha sonora: André Ricardo de Souza e Paula Braun.
Cabelos: Mendez Cabelo e Cia.
Projeto Gráfico: Fábio Nitta.
Fotos Programa: Léo Kufner.
Foto Cartaz: Miriam Homem de Mello.
Produção executiva e logística: Cia Carona de Teatro
SINOPSE
Colocados em situações limites nos seus relacionamentos, aprisionados por uma sexualidade que não sabem se libertam ou não, os personagens de Volúpia perseguem certezas que não conhecem. Através de histórias que se entrelaçam, Volúpia caminha por becos escuros. Nos estereótipos (o casal que procura no alargamento de seus limites sexuais o amor que lhes falta, a menina que descobre a sua sexualidade, o homem que luta contra os seus desejos) Volúpia procura o que lhes é incomum, particular, e é desta fragilidade que Volúpia se aproveita.
SOBRE O PROCESSO “VOLÚPIA”
O processo de criação/montagem da Cia. Carona tem como característica fundamental o fato de ser grupal, coletivo, colaborativo.
Logicamente, assumimos nossas responsabilidades e funções específicas, sejam elas: dramaturgia, direção, atuação... Entretanto, todos têm participação/colaboração direta no trabalho do outro, percebendo-o como um trabalho próprio, uno e pessoal. Dirigir o trabalho da Cia. Carona é muito mais instigar, ouvir, propor, observar e auxiliar cada um a encontrar o sentido em seu trabalho. Provocar o ator e apoiá-lo na difícil tarefa de abrir uma porta trancada, um lugar esquecido, perdido no mais íntimo recôndito interior. Encontrar coragem para encarar seus monstros, seus conflitos interiores, suas dores, suas chagas. E transformar tudo isso em ações. Tornar matéria. Expressão.
Construímos as personagens a partir de várias fontes de pesquisa, como: o corpo do ator, fotografias, filmes, partituras de ações, jogos com objetos, improvisações...
Depois disso tecemos a malha dramaturgica, cruzando informações, ações, sentimentos... Dessa forma, nosso novo espetáculo, nossa 'Volúpia' está nascendo, nos mostrando sua cara, suas formas, sua pulsação.
SOBRE A DRAMATURGIA
Inicialmente, o que é fundamental, nós - Cia Carona - concordamos na necessidade de correr riscos. Riscos que façam com que o fazer teatral exponham aquelas coisas que mais o diferenciam de outras artes: a proximidade com o público, a possibilidade de ações concomitantes e inter-relacionadas, uma linguagem que fuja dos padrões que primam por um entendimento fácil e único, um trabalho físico que possa ser anterior ao falado, uma compreensão do todo que se dá também emocionalmente e não apenas como uma colagem dos entendimentos racionais que ocorrem momento a momento.
Optamos como base para iniciarmos este trabalho, em proposições de cada uma das partes envolvidas (atores, diretor, dramaturgo), fossem estas sugestões textos, músicas, estados emocionais, físicos, ou quaisquer outras que nos inquietassem. Após algumas semanas de trabalho alguns temas fizeram-se presentes com maior freqüência, entre eles, questões como fragilidade e frustração, levando os sentimentos de impotência diante de situações não controláveis, e medo. Acreditamos que estes temas têm relação com o momento atual e que precisam ser explorados.
NECESSIDADES TÉCNICAS E INFORMAÇÕES
- 02 (dois) refletores elipsoidais;
- 24 (vinte e quatro) pc 1000w;
- Espaço de cena de 10m x 8m;
- Equipamento de som, estéreo, com cd-player, com entrada para auxiliares;
- Distribuição do público: semi-arena em “u”;
- Classificação etária: 18 anos.
MAPA DE LUZ
MAPA DE CENA
FOTOS








